| |
Rio Claro (Brasil, 350ml)

Essa cerveja já começa com uma piada: apesar do nome, não é feita em Rio Claro. Mas tem um bom motivo: a fábrica, a mesma da Krill (pasme!), fica em Socorro. E, infelizmente, apesar do potencial industrial, é provável que a cidade nunca vá receber uma homenagem na forma de cerveja. Aliás, na forma de nada que não sejam kits de primeiros-socorros ou alarmes em geral. Começou a ser vendida na rede Dia %. Ganhei de um amigo, o Guedes, e retribuí com uma garrafinha de Stella Artois. Nada como trocas justas. A cerveja não é excepcionalmente ruim, nem boa. Vale pela curiosidade.
Cotação: pela cerveja, uma latinha de um a cinco. Como também é exportada para os "hermanos" argentinos, cinco latinhas pelo castigo. Nem embargo seria tão ofensivo para quem tem Quilmes à vontade.
Escrito por B.F. às 20h13
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Cantina da Serra (Brasil, 350ml)

Acabei de tomar, na latinha vem uma descrição capciosa: "Cooler com vinho tinto e suco de uva gaseificado". Achei no mercadinho de um japonês em Pinheiros, mas o fabricante é lá de Teresópolis, no Rio. (Nota: espero que, quando se concentra por lá, a seleção não tome isso, senão adeus Copa). A primeira sensação ao abrir a latinha é de estranheza: espera-se que o cheiro seja de vinho, mas vem um odor meio fedido. O gosto é mesmo de suco de uva com álcool, mas não desce muito bem. Pelo menos a latinha é bacana. Cotação: dois enjôos e meio, de zero a cinco.
Escrito por B.F. às 19h56
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Pilsner Urquell (República Tcheca, 500ml)
 
Bom jeito de começar. Já tinha tomado essa cerveja quando era moleque, e ela era vendida nas Lojas 100 do Ibirapuera. Mas nem me lembrava do gosto. Felizmente, há alguns anos, em uma visita ao país onde ela é fabricada, pude dar um repeteco. É uma das melhores que já tomei. Tão boa quanto, de lá, é a cerveja escura do U Fleku. Só que essa não é achada aqui nem por decreto. A latinha da foto veio de presente, há 2 meses. Cotação: de zero a cinco latinhas, 4 e meio.
Em tempo: achei outra latinha, mais antiga, na minha coleção, da época das Lojas 100.
Escrito por B.F. às 19h43
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Olá...
...vou começar este blog não me apresentando, mas sim falando do que interessa, a minha coleção de latinhas. Desde uns 14, 15 anos, venho comprando, tomando e colecionando cervejas, refrigerantes e outras bebidas de definição duvidosa. Primeiro nas extintas Lojas 100, no Ibirapuera, na febre dos importados do governo Collor, depois nos mercados da vida e, recentemente, em viagens ou qualquer bimboca de rua. Apesar do esforço, minha coleção é modesta, e bate hoje na casa de 350 latinhas. Enche um maleiro, mas é pouco comparado a colegas que têm mais de mil. Tão ou mais divertido que contar os números da coleção é lembrar das histórias de cada latinha. Eu, por exemplo, já paguei R$ 2 por uma latinha de Vinho Frisante Natal, que estava vencida há 2 anos. Também é legal ver a solidariedade das pessoas que sabem da coleção: já recebi "doações" de umas 8 latas em pouco mais de seis meses. É isso. A partir de hoje começo a publicar as latas e suas histórias - as mais recentes - e tento puxar da memória de onde vieram as mais antigas e qual gosto elas tinham. Essa última vai ser a tarefa mais difícil, porque cerveja boa há várias. Mas as ruins são inesquecíveis: até hoje lembro da Old Milwaukee. Bom divertimento!
Escrito por B.F. às 17h18
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
| |
[ ver mensagens anteriores ] |
|
|
|
|