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Cinquenta e um (Brasil, 350ml)

Clima de irritação total. Por estar vendo o show pela TV. Por ter de ficar arrumando "pérolas" dos outros, como referências a "movimentos bruscos demais para naves acostumadas a passar por águas plácidas" e "arrulhos dos grupos" (tudo isso em um texto de política, não na Odisséia nem em poemas sobre as grande navegações, pasme). Por ficar ouvindo o Marcão falando abobrinhas. Nesse momento, nada melhor do que atualizar o blog. E com uma justa homenagem.
Outro dia, li na coluna de obituários do jornal - quero ver quem nega que dá pelo menos uma olhadinha lá, nos anúncios grandes - o comunicado de missa de 1 ano da morte de Guilherme Muller Filho. A princípio, o nome não chama muito a atenção, mas o comunicado era da Companhia Muller de Bebidas. Ôpa, Muller, bebidas, fui dar uma checada. Pois é, o seu Guilherme é nada mais, nada menos que o cara que tornou a 51 mundialmente famosa, desde os anos 50, com um caminhão velhoso, um tonel e a marca, até hoje, quando é quase impossível deixar de encontrar uma garrafa da 'cátia' em qualquer lugar do País (e em alguns do mundo, por uma nota preta).
Não sou muito fã da "pura" em si, mas tenho de tirar o chapéu para o cara. Por isso, essa justa homenagem.
Cotação: de um a cinco, um para o óbvio (que seria dar nota 51) e dois e meio para a tentativa de fugir do lugar comum dando cinco (por ser 5 vezes 1 ou 5 elevado à primeira potência...melhor deixar para lá e voltar ao show).
Escrito por Bob às 11h54
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Heineken (Holanda, 5 litros)

Há! Esse barril eu posso dizer que conquistei de cabo a rabo (tirando uns 100ml que a Gi tomou, para ser mais matemático). Em mais ou menos uma semana, matei o conteúdo. A cerveja, ao contrário do garrafão da mesma marca (leia mais embaixo), é bem gostosa, com bastante espuma. O esquema dela é diferente, por exemplo, da Germânia, que, depois de aberta, perde o gás em dois dias. Tem um tubo de gás dentro para ir repondo a pressão, além dessa torneirinha, que achei bem bacana.
O problema, porém, vem depois de "secar" o troféu: como limpar a parte de dentro? Até agora, não descobri um jeito de jogar água e sabão dentro e depois enxaguar. A única coisa que me veio à mente foi furar a parte de cima, já que não há espaço para fazer uma "respiração boca a lata".
O mais engraçado, no entanto, é que descobri que a lata "arrota". Mesmo sem líquido, se você empurra o pininho da torneirinha, sai ar...e um cheiro desgraçado de cerveja. E isso mesmo depois de dias. Não sei se coloco a lata na coleção ou uso ela como aromatizador de ambientes. Dá de dez em incenso e Gleid.
Cotação: de um a cinco, novo aroma no mercado: Bafo de Bêbado. Ou, na versão tucanada: "Florada dos Ébrios"
Escrito por Bob às 11h51
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