Latinhas do Bob
  

Beagle Fuegian Stout (ARG, 355ml)

Essa aqui é a antepenúltima da “maratona” de degustação de cervejas argentinas. Eram quatro, mas de última hora outra surpresa caiu no meu colo, de uma fonte improvável. Enfim, mais uma negra, como a Gülmen, mas dessa vez trata-se de uma stout mesmo, assim como a La Brunette da Schmitt ou Baden Baden Stout.

 

Feita na Patagônia, a Beagle segue o padrão típico de stout: negra, com espuma média e um forte aroma de café (forte mesmo, mais que a dupla brasileira) e também de malte torrado. Depois de um tempo no copo, é possível perceber ainda um pouco de lúpulo. O gosto, invertendo o aroma, é bem mais de malte torrado que de café, e lúpulo muito de leve, com um amargor persistente e carbonatação suave. Simplificando: a cerveja é bastante boa; poderia ter um mínimo mais de corpo, mas do jeito que estava já foi bem satisfatória.

 

A degustação estava bem normal para ser verdade (ou melhor, ser feita por este humilde blog). Vendo o trailer do filme Sideways na tevê (resumindo: a história de dois malucos pelas vinícolas da Califórnia), mais especificamente  a parte que o personagem Miles recomenda ao colega que “enfie mesmo” o nariz no copo de vinho, resolvi testar a dica e aproximar o cheirador do copo mais que o normal. A partir daqui, é desnecessário dizer duas coisas: que a idéia deu errado e que inalar cerveja forte é uma péssima idéia. Levemente “queimada”, a mucosa passou a perceber apenas um aroma que se assemelhava a biscoito assado.

 

Cotação: de um a cinco, quatro ponto quatro lembranças para deixar gravando a próxima degustação, e tentar vender eventuais degustocassetadas para o Jackass. Não é o mesmo que inalar minhocas vivas, mas acho que o nível de imbecilidade é equivalente. E faria Charles Darwin, que viajou pela América do Sul no navio que emprestou o nome à cerveja (e, supõe-se, aparece no rótulo), colocar algumas exceções na sua teoria da evolução das espécies. Ah, e ainda quatro ponto quatro cartas para os grandes estúdios de Hollywood se dignarem a fazer um filme semelhante ao Sideways com cervejas, como vinha sendo debatido no Orkut há alguns dias.



Escrito por Bob às 21h14
[] [envie esta mensagem]


 
  

Otro Mundo (ARG, 500ml)

Não sou a favor da rivalidade entre brasileiros e argentinos. Acho que quando a coisa descamba para “macaquitos” e afins, realmente não dá pé. Mas acho muita graça das piadas e discussões esportivas. E fico imaginando se essa rixa teria se estendido (ou está em vias de) às cervejas de ambos os países. Nunca vi nenhum debate acalorado movido a geladas; pessoalmente, acho a Quilmes melhor que a maioria das industriais brazucas.

 

Graças ao nobre colega que trouxe um quarteto argentino para análise, posso me dedicar ao exercício de imaginar comparações entre produções dos “hermanos” e congêneres brasileiras. No caso da Gülmen (leia mais abaixo), acho que ocorre empate técnico entre ela e a La Brunette da Schmitt, embora a primeira seja uma porter e a segunda, uma stout. Mas elas apresentam características similares.

 

Quanto à Outro Mundo, porém, a coisa é diferente. Trata-se de uma Strong Red Ale, com 7,5% de teor alcoólico. A cor é dourada-avermelhada, e a espuma é abundante, se reconstituindo facilmente no agitar do copo (a cerveja, aliás, é bem carbonatada). Os problemas começam no aroma: percebi malte, mas não muito intenso, e algo de caramelo.. As primeiras impressões do gosto foram teor alcoólico elevado, lembrando um pouco licor, também algo adocicado e beeeeeem lá no fundo, muito sutilmente, frutas secas. Mas isso depois de muito tempo tentando “identificar” a cerveja.  O amargor é de médio para fraco.  

 

O principal problema é a falta de corpo: apesar do teor alcoólico alto, a cerveja não dá impressão de consistência. Na hora da degustação, fiquei imaginando a comparação com a Red Ale da Baden Baden e, principalmente, a Strong Golden Ale da Eisenbahn (as duas ganham em sabor e aroma, mas acho que a diferença mais marcante está na catarinense). Acho, porém, a tal Otro Mundo não dá vexame monstro, poderia estar num “grupo de acesso” das artesanais brasileiras, aproveitando as referências carnavalescas. Mas ainda tem muito que melhorar. Com isso, até agora temos um empate e uma vitória brasileira nas disputas imaginário-delirantes deste que escreve.

 

Cotação: de um a cinco, três ponto duas sugestões para se realizar uma Copa Roca de cervejas entre Brasil e Argentina (se bem que reunir torcedores fanáticos dos dois países para consumo exacerbado de álcool não me parece ser a melhor das idéias...). E a mesma nota para a Otro Mundo.



Escrito por Bob às 23h31
[] [envie esta mensagem]


 
  

Dr. Pepper (EUA, 355ml)

Depois de muito tempo sem vê-la (acho que, na verdade, só a tinha encontrado na Disney mesmo), dei de cara com a latinha de Dr. Pepper aqui no Brasil ontem. Ou melhor, dei de ouvido. Já tinham me falado que uma pequena fábrica de cookies, brownies e outras iguarias norte-americanas no bairro da Casa Verde, chamada Mr. Cheney, vendia. O lugar, diga-se de passagem, vale a visita: os cookies são muito bons, deixando no chinelo os congêneres fabricados por uma certa rede de lanchonetes, são bem maiores e custam só R$ 1,50. Levando 10, ganha-se dois de graça. O Mr. Cheney abriu para atender a demanda dos missionários mórmons americanos, que ficam em um grande prédio em frente. Não é difícil encontra-los por lá, calça, camisa social de manga curta, gravata e falando inglês.

 

Mas vamos ao que interessa: depois de uns meses “namorando” as latas de refrigerante americano que eles têm na vitrine e, pelo menos para mim, ainda não liberaram, fui avisado de que, há alguns dias, chegou um lote de Dr. Pepper por lá. O preço não é nada módico: 10 pilas. Mas, pelo trabalho que parece ter dado a importação, vale uma latinha. Lembrava de ter tomado uma variedade do refri nos EUA, mas detestado, porque parecia gelol. Pobre criança incauta, que não sabia ainda o que eram bebidas porcarias.

 

O fato, porém, é que me surpreendi na degustação ontem à noite. Em vez de gelol, o Dr. Pepper que eu provei tinha um gosto danado de cereja e, um mínimo de coca-cola. Não que isso seja ruim, gostaria de deixar claro, mas já estava preparado para um gosto mais bizarro. O fabricante diz que o refri, de cor escura e ligeiramente avermelhada, é resultado de uma mistura de 23 sabores: acho que alguns não quiseram viajar para o Brasil ou foram barrados na imigração, porque não são nada aparentes. Apesar de ser bem carbonatada, não formou muita espuma. O gosto, porém, é o ideal para um refrigerante realmente diet: doce até fazer bico, e impossível tomar uma latinha inteira, logo, se consome menos calorias.

 

Depois de fazer a foto-padrão da latinha, o aspirante a fotógrafo de sucesso Elenildo resolveu inovar e mostrar “ângulos inéditos” da Dr. Pepper. Resolvi fazer uma foto diferente também, para realçar o material exclusivo. Se cuidem, Bob Wolferson, J.R. Duran e afins...da latinha para as beldades de capa de revista é um passo.

 

 

Cotação: de um a cinco, três avisos e meio de que, apesar da qualidade das fotos, a Dr. Pepper não possui quantidades elevadas de álcool na fórmula.

 

EM CIMA DA HORA ! EM CIMA DA HORA!

Parece que a cerveja da União da Ilha não fez espuma. A escola foi uma das mais aclamadas no grupo de acesso, mas perdeu a vaga na divisão especial para a São Clemente. A nobre bebida, porém, levou a Gaviões Londrinenses ao sexto título do grupo A no carnaval de rua de Londrina (PR). Para saber mais, leia o post da latinha da Brahma Carnaval.



Escrito por Bob às 13h03
[] [envie esta mensagem]


 
  

Kaisers sortidas (BRA, 350ml)

 

A seguinte nota pipocou nos jornais hoje, na coluna do Ancelmo Gois: "O destino da Kaiser: Diz-se no mercado que a mexicana Femsa vai aos poucos tirar a marca Kaiser da praça, com o objetivo de abrir espaço para outras marcas do grupo, como Sol e Heineken. A conferir."

Já faz algum tempo que converso com colegas sobre a Kaiser. "Não tem jeito, a cerveja ficou com fama de porcaria. Em vez de mudar a fórmula, deveriam trocar de nome", disse um nobre cervejeiro, que até se dispôs a provar as últimas variações da Kaiser, mas não gostou. Aliás, só conheci até hoje uma pessoa fã da marca. De fato, depois de anos a fio fazendo cervejas fedidas e que dão dor de cabeça (que deram margem a boatos de que usavam repolho na fermentação), o fabricante resolveu mudar nos últimos anos. Além de uma mega-campanha de marketing, com direito a factóides envolvendo a moça do piercing onde o sol não brilha e o baixinho que ficou muito tempo banido, como garoto-propaganda da Colônia, a Kaiser parece ter alterado um pouco a fórmula. Cheguei a provar, não lembro bem do gosto, mas algumas pessoas comentaram que deu uma leve melhorada.

A fama, porém, não mudou nadinha, e talvez por isso a Femsa prefira apostar numa marca que deu uma virada (a Heineken era boa, teve uma época muito ruim e agora voltou a ficar boa) e outra que é bem ruim, mas tem uma reserva de confiança (a Sol anterior, versão mexicana, era razoável ao que se propunha, uma cerveja aguada para ser misturada com limão e sal). Curioso é que a Kaiser Bock sempre teve uma boa avaliação, mesmo entre quem não gostava da Kaiser. Tomei ela há alguns meses e achei até interessante (creio que, com as expectativas baixas, o que vier já é lucro).

Enfim, faz parte das regras de mercado, em tese, que as cervejas que não têm qualidade não vinguem. Mas, considerando quem manda no mercado hoje, não deixa de ser uma ponta de injustiça que só a Kaiser pague o pato (nem dá tanta vontade de malhar a cerveja diante da situação), até por conta da Bock (será que ela roda também?). Se for assim, seria melhor fazer a "limpeza" completa com marcas de outra grande produtora. Vou fazer o sacrifício de tomar uma Kaiser hoje em "homenagem".

Cotação: de um a cinco, dois olhares e meio para o horizonte, contemplativos, sem saber bem o que dizer mais sobre o assunto.



Escrito por Bob às 16h13
[] [envie esta mensagem]


 
  

Gülmen Negra Porter (ARG, 625ml), bolachas

Münster e Cardos e rótulos de Puerto Madryn

 

Confesso que nos últimos dias fiquei meio de saco cheio de cerveja. Bem, não exatamente da cerveja, mas das coisas ruins que elas provocam nas pessoas. Vi dois caras conhecidos sendo gananciosos e se recusando a dividir uma caixa de Sol (pasme!) que ganharam de presente com outros colegas. Também rolou um stress por coisas bobas envolvendo o blog (o que realmente é uma besteira, já que a proposta dele é de ser uma coisa pessoal e prazerosa).

 

Felizmente, porém, vi que a cerveja também pode proporcionar coisas muito legais. Há alguns dias, um colega ia viajar para a Argentina. Despretensiosamente (e nesse caso não vou rir, porque é verdade), pedi uma bolacha de cerveja ou algo que o valha. Pois não é que o cara parece ter seguido à risca aquela história – um tanto piegas, diria eu, de mau humor - que circula na internet, dos bombeiros que vão fazer uma surpresa para o menino doente, cuja lição de moral é “Podemos fazer mais que isso”? Há alguns dias ele avisou que tinha trazido não uma bolacha ou uma cerveja, mas quatro garrafas, bolachas variadas de chope, rótulos, panfletos, anotações de endereços de cervejarias e outras preciosidades que certamente levaram à loucura durante a viagem a família do sujeito – que pediu para não ter o nome revelado, provavelmente por temer que as cervejas argentinas tomem uma fatia do enorme mercado de uma certa cervejaria de Capivari, da qual ele é garoto-propaganda. Fiquei imensamente feliz, claro, porque além de poder provar cervejas que nunca tinha visto, também vi que a nobre bebida pode mobilizar as pessoas positivamente, por coisas como camaradagem. Emprestando a idéia cunhada pelo nobre colega Edu Passarelli, também ele dono de um blog sobre cerveja (www.edurecomenda.blogspot.com), cito a expressão: “Santa Mala dos Amigos”.

 

Uma dessas cervejas é a Gulmen Negra Porter, que fiz questão de tomar com o nobre colega viajante, acompanhada de queijo e um sensacional patê de salmão vindo também dos vizinhos “hermanos”. enquanto via as fotos de viagem. Trata-se, como o nome diz, de uma Porter, mas que me lembrou muito a La Brunette, uma Stout, pelo aroma de malte torrado e um pouco de café e o gosto igualmente de malte torrado, intenso. Diria que é apenas um pouquinho mais suave que a gaúcha. Bastante boa; foi, aliás, a primeira artesanal argentina que provei, logo, espero que seja o padrão. Como itens em comum, as duas também têm espuma intensa e fermentação na garrafa. Enfim, acho que terei eu mesmo de ir à Patagônia buscar um refil (rsrsrsrsr). Nos próximos posts eu coloco as outras cervejas que ganhei.

 

Cotação: de um a cinco, cinco boas ações do colega, que valeram o dia. E quatro ponto dois para a cerveja Gülmen.



Escrito por Bob às 15h40
[] [envie esta mensagem]


 
  

Brahma Carnaval (BRA, 350ml)

                                                Reprodução

Meio atrasado, lembrei de colocar uma latinha alusiva ao Carnaval que achei outro dia, no mesmo camelô do Guaraná Xereta (mas que, hoje, está em tudo quanto é mercado da vida...). Um dos maiores méritos da Brahma e da Antarctica atualmente é fazer bonitas latinhas comemorativas; se o conteúdo não é lá essas coisas, pelo menos o invólucro revela algum cuidado estético. Quem for do Rio vai poder conferir que o piso do desenho muda para aquelas ondinhas do calçadão da praia (em São Paulo são os mapinhas do Estado que andam cada vez mais sumidos das calçadas...malditos pisos intertravados).

 

Mas vamos ao que interessa: estava agora há pouco tentando me lembrar de alguma escola de samba que tivesse feito um enredo homenageando a cerveja e resolvi dar uma busca na Internet. Pois não é que a União da Ilha do Governador abraçou o tema justamente este ano? “Ripa na Tulipa, Ilha” é o nome do samba-enredo que foi apresentado ontem à noite. O curioso é que, pelo menos até onde vi, o nome se resume a isso, ao contrário de outras escolas, cujos sambas têm nomes com mais de 20 palavras, mais semelhantes a títulos de tratado de metodologia do que a canções para a festa de Momo.

 

Confesso que só vi umas imagens do desfile, mas dei uma pesquisada na internet no samba-enredo. Apesar de querer abarcar muita coisa (babilônios, incas, sumérios, monges, índios, Oktoberfest e Blumenau são alguns dos temas), é interessante e, porque não, informativo para quem gosta do assunto. Só tem uma “pisada na bola”: usam como inspiração um suposto documento alemão (de Weihenstephan) datado de 1040, onde ainda se fala da inclusão de arroz e milho na fórmula. O problema: quase 500 anos depois, criaram uma tal Lei de Pureza, bastante famosa, aliás (rsrsrsrsrs), que prevê apenas o uso de água, cevada e lúpulo (o fermento foi liberado depois). Muitas grandes empresas ignoram essa lei, e incluem milho, arroz e alpiste na fórmula, levando ao resultado que já conhecemos (rs). Como uma humilde sugestão tardia, acho que poderia haver uma ala da Lei de Pureza, ou um carro alegórico das cervejarias artesanais. Também podiam valorizar a diversidade das cervejas, que vão bem além da “loura gelada”, mas acho que isso já é delirar mais que os próprios carnavalescos.

 

De qualquer forma, vou torcer pela União da Ilha no grupo de acesso. Só espero que esse enredo não acabe em ressaca no dia da apuração (que, aliás, tem aquele aquele impoluto narrador e seu quase imperceptível sotaque: “União da Ilha, nota, DÉÉÉÉÍSHHHH!”).

 

Cotação: de um a cinco, três para a Brahma, quatro para o desenho da latinha dela e quatro ponto cinco recuos da bateria para a idéia do samba sobre a cerveja.

 

Som do post: como não poderia deixar de ser, o samba-enredo da União da Ilha

 

Link: http://www.uniaodailha.com.br/samba.html

 

Em tempo: a Gaviões Londrinenses, pentacampeã de Londrina (PR), também adotou a cerveja como tema, e um título-padrão: "Embriagando-se de alegria, a Gaviões cai na folia - Eu quero sempre mais! Sempre mais cerveja, sempre mais gelada!". O desfile rola hoje.(18).

 

Em tempo 1: Não foi dessa vez que a cerveja fez a União da Ilha chegar lá. A escola foi bastante aplaudida no desfile do grupo de acesso, mas perdeu a vaga para a São Clemente.

 

EM CIMA DA HORA! EM CIMA DA HORA!

A nobre bebida, porém, deu o hexa para a Gaviões Londrinenses no carnaval de rua do grupo A em Londrina (PR). Uma no cravo, outra na ferradura.



Escrito por Bob às 16h03
[] [envie esta mensagem]


 
  [ ver mensagens anteriores ]  
 
 



Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Coleções e miniaturas, Política


HISTÓRICO
 08/07/2007 a 14/07/2007
 24/06/2007 a 30/06/2007
 17/06/2007 a 23/06/2007
 10/06/2007 a 16/06/2007
 03/06/2007 a 09/06/2007
 27/05/2007 a 02/06/2007
 20/05/2007 a 26/05/2007
 13/05/2007 a 19/05/2007
 15/04/2007 a 21/04/2007
 08/04/2007 a 14/04/2007
 01/04/2007 a 07/04/2007
 25/03/2007 a 31/03/2007
 18/03/2007 a 24/03/2007
 11/03/2007 a 17/03/2007
 04/03/2007 a 10/03/2007
 25/02/2007 a 03/03/2007
 18/02/2007 a 24/02/2007
 11/02/2007 a 17/02/2007
 04/02/2007 a 10/02/2007
 28/01/2007 a 03/02/2007
 21/01/2007 a 27/01/2007
 14/01/2007 a 20/01/2007
 07/01/2007 a 13/01/2007
 31/12/2006 a 06/01/2007
 17/12/2006 a 23/12/2006
 10/12/2006 a 16/12/2006
 03/12/2006 a 09/12/2006
 26/11/2006 a 02/12/2006
 19/11/2006 a 25/11/2006
 12/11/2006 a 18/11/2006
 05/11/2006 a 11/11/2006
 22/10/2006 a 28/10/2006
 24/09/2006 a 30/09/2006
 17/09/2006 a 23/09/2006
 10/09/2006 a 16/09/2006
 03/09/2006 a 09/09/2006
 20/08/2006 a 26/08/2006
 13/08/2006 a 19/08/2006
 30/07/2006 a 05/08/2006
 16/07/2006 a 22/07/2006
 09/07/2006 a 15/07/2006
 02/07/2006 a 08/07/2006
 25/06/2006 a 01/07/2006
 18/06/2006 a 24/06/2006
 11/06/2006 a 17/06/2006
 04/06/2006 a 10/06/2006
 28/05/2006 a 03/06/2006
 21/05/2006 a 27/05/2006
 14/05/2006 a 20/05/2006
 07/05/2006 a 13/05/2006
 30/04/2006 a 06/05/2006
 19/03/2006 a 25/03/2006
 12/03/2006 a 18/03/2006
 26/02/2006 a 04/03/2006
 12/02/2006 a 18/02/2006
 22/01/2006 a 28/01/2006
 15/01/2006 a 21/01/2006
 08/01/2006 a 14/01/2006
 01/01/2006 a 07/01/2006
 25/12/2005 a 31/12/2005
 18/12/2005 a 24/12/2005
 11/12/2005 a 17/12/2005
 04/12/2005 a 10/12/2005
 27/11/2005 a 03/12/2005
 20/11/2005 a 26/11/2005
 13/11/2005 a 19/11/2005
 06/11/2005 a 12/11/2005
 30/10/2005 a 05/11/2005
 16/10/2005 a 22/10/2005



OUTROS SITES
 Associação dos Cervejeiros Artesanais Cariocas - AcervaCarioca
 Associação de Incentivo à Cultura de Cervejas Artesanais e Especiais - AICCA
 Botto Bier
 Cerveja Fraga
 Bytes and Beer
 Cerveja Só
 Dana Bier
 Edu Passarelli Recomenda
 Hummmm, Cerveja!!!!!
 Obiercevando
 Olavo Pascucci (atenção: linguagem assaz obscena)